World Cup #3 – Offenburg
Este fim de semana o Ricardo corre a 3ª etapa da Taça do Mundo de XCO, envergando o Jersey da Selecção Nacional de Portugal, estando integrado e com o apoio logistico da sua equipa TX-Active Bianchi. Após uma boa prova na Inglaterra e uma prova menos conseguida na Bélgica, segue-se Offenburg com um circuÃto bastante técnico, com algumas passagens “tenebrosas”. Um circuÃto ideal para atletas completos, onde se sobe, se rola e onde em mais que qualquer outro circuÃto no Mundo exige em determinadas passagens técnicas, um verdadeiro “kitt de unhas” para as superar, especialmente este fim de semana onde as chuvas tornaram a já dificil pista num circuÃto extremamente exigente do ponto de vista técnico, aumentando também, deveras, a exigencia fÃsica, devido à muita lama que tornou o circuÃto muito pesado.
Ricardo em treinos, como peixe na água. Esperamos por uma boa prova, pois as sensações começam agora a ser já muito boas, indicando que mais dia menos dia é atinjida a velocidade de “descolagem”. Este factor, aliado a um circuÃto onde o Ricardo se sente em “casa” nas zonas mais dificeis, poderão com um pouco de sorte, ditar uma prova à  Ricardo Marinheiro, embora ainda não seja para aqui que se espera o melhor que o Ricardo tem para dar este ano. Partida no lugar 190 de um total de 240 atletas… nova luta lá atrás, para chegar mais à frente.
Estamos também muito satisfeitos e orgulhosos pelo facto de o atleta júnior português, Paulo Cepa, presente nesta prova pela Selecção Nacional, partir da primeira linha ao ser chamado no 5º lugar de um incrivel pelotão de 107 atletas júniores em representação das selecções de quase todo o Mundo. Este lugar de partida foi cavado na Austrália pelo Ricardo Marinheiro o ano passado, e dita que durante todo este ano, seja nas Taças do Mundo, seja nos europeus ou no Campeonato do Mundo, Portugal em júniores partirá sempre na primeira linha pela herança única na história do BTT nacional que o Ricardo com a sua medalha de prata no Mundial de 2009, deixou à geração seguinte à dele, o que nos deixa bastante orgulhosos, desejando no mÃnimo tantos sucessos como os que o Ricardo obteve em termos internacionais nesta categoria, apesar de a mesma herança que recebeu, apenas ter permitido partir na última fila no seu primeiro ano de júnior, onde com extremo esforço, teve que “cavar” o seu próprio bom lugar de partida para o 2º ano de júnior.
Maio 22nd, 2010 at 10:30
Que a “estrelinha da sorte” esteja com os nossos jovens Tugas este fim de semana.